11 agosto 2017

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A QUESTÃO DO ATERRO SANITÁRIO DE MARITUBA


O descaso com a natureza não é de hoje. Desde que o homem deixou de consumir para subsistência não mais se respeitou a capacidade de se renovar do meio ambiente.
As aldeias vieram primeiro, com o mínimo de saneamento o ser humano foi acometido das doenças mais nefastas que ele mesmo cultivou em meio a sua ganância e desejo de expandir; hodiernamente, há cidades em todos os pontos imagináveis do globo terrestre, com elas vieram as inovações tecnológicas e melhoras no saneamento. Porém, até onde vai realmente o cuidado com a saúde de todos?
Esta pergunta se torna ainda mais pertinente quando se é vista através de um viés ambientalista, no qual o meio ambiente também é um ente da sociedade e merece respeito, haja vista que, uma vez deteriorado de maneira grosseira há implicações diretas no coroado dos seres humanos que o circundam – como ficou perceptível no episódio do aterro sanitário de Marituba.
O sistema capitalista clama por lucro e mais capital pessoal; com uma obra superfaturada e mal-estruturada a prefeitura da cidade de Marituba causou danos ao meio ambiente e ao meio cívico, como para cooperativas de catadores que ficaram sem emprego e os lençóis freáticos contaminados.
É por isso e muitos outros fatores agressores do meio ambiente, lato sensu, que o Centro Acadêmico de Direito "Edson Luís" (CADEL) convoca a sociedade civil e a acadêmica para sua Primeira Audiência Pública, a qual tratar da questão referente ao aterro sanitário em Marituba.

Contaremos com a participação de Fidelis Martins Paixão (Conselheiro Nacional do CONAMA), Maria Trindade Santana de Araújo (Diretora da Rede Recicla Pará) e Ronivaldo Castelo (Analista de Responsabilidade Socioambiental da empresa responsável pela obra).

Data: 18/08 (sexta-feira);
Horário: a partir das 16h30;
Local: Auditório José Vincente – ICJ/UFPa.

ENTRADA FRANCA

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